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Insights INFOPROTECT · 13 de outubro de 2026

Cenário de Ameaças 2026: o que o relatório da FORTINET revela e como a INFOPROTECT responde na velocidade dos ataques

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O risco cibernético mudou de natureza. Essa é a mensagem central do Relatório Global da FORTINET sobre o Cenário de Ameaças de 2026, produzido pelo FortiGuard Labs, a equipe de inteligência de ameaças da FORTINET. Segundo o estudo, a inteligência artificial e a automação estão acelerando os ataques, reduzindo o tempo de exploração de dias para horas e mudando a forma como as intrusões se desenrolam em redes, na nuvem e em endpoints. O relatório mostra ainda onde uma detecção e resposta mais rápidas podem reduzir os riscos.

Neste artigo, a INFOPROTECT apresenta os principais achados divulgados pela FORTINET e a sua leitura sobre como transformá-los em prioridades práticas de proteção.

Fonte original: Relatório Global da FORTINET sobre o Cenário de Ameaças de 2026 — FortiGuard Labs. O relatório completo pode ser baixado gratuitamente na página do fabricante.

O que o relatório da FORTINET revela

De acordo com a FORTINET, o risco já não é definido pela sofisticação dos ataques, e sim pela velocidade de execução. Os atacantes atuais usam IA para operar na velocidade de uma máquina, e os ciclos tradicionais de aplicação de patches e a resposta manual não conseguem acompanhar os fluxos de trabalho automatizados e industrializados de intrusão, em que as vulnerabilidades podem agora ser exploradas em poucas horas. O relatório organiza esse cenário em três desafios-chave:

1. A cibercriminalidade opera em velocidade exponencial

Ferramentas automatizadas e IA permitem que grupos criminosos escalem campanhas, reutilizem técnicas e ataquem muitas organizações ao mesmo tempo, com menos esforço.

2. O tempo de vulnerabilidade agora é medido em horas

Segundo a FORTINET, novas vulnerabilidades passam a ser exploradas em horas ou dias, e não mais em semanas, reduzindo quase a zero a janela de resposta dos defensores.

3. Identidades roubadas impulsionam a maioria das intrusões

Credenciais comprometidas são o fator motivador da maioria das intrusões. Combinadas ao uso de ferramentas legítimas do próprio ambiente, permitem que o invasor se mova sem chamar atenção, o que torna a detecção baseada apenas em assinaturas insuficiente.

Os números divulgados pela FORTINET

Em 2025, o FortiGuard Labs observou 122 bilhões de tentativas de exploração, demonstrando o crescimento de ataques contínuos, com IA e automatizados em grande escala. Segundo a FORTINET, a IA e a automação permitem que os invasores ajam mais rápido e em maior escala, utilizando serviços em nuvem e identidades roubadas para invadir antes que a maioria das equipes de segurança consiga reagir.

Os invasores estão agora explorando novas vulnerabilidades em questão de horas ou dias — e não mais em semanas —, reduzindo o tempo de resposta dos defensores para quase zero. O relatório demonstra por que a velocidade, a reutilização e a automação — e não a sofisticação das vulnerabilidades exploráveis — passaram a definir o risco cibernético em ambientes de rede, nuvem, híbridos e de endpoints.

A FORTINET também destaca três indicadores do cenário global de ameaças:

  • Tempo médio entre a divulgação de uma CVE e a sua exploração, agora medido em horas;
  • Aumento da atividade total de ataques ano a ano;
  • Parcela dos ataques que exploram ferramentas legítimas.

Os valores exatos desses indicadores estão disponíveis no relatório completo da FORTINET e não são reproduzidos aqui. Recomendamos o download do material original para consulta dos números.

A leitura da INFOPROTECT: velocidade se combate com operação contínua

Se o atacante opera em horas, a defesa não pode depender de ciclos mensais. Na visão da INFOPROTECT, o relatório reforça cinco frentes de trabalho:

  1. Visibilidade e gestão de vulnerabilidades contínua — saber o que está exposto e priorizar correções pelo risco real. Conheça a Gestão de Vulnerabilidades.
  2. Proteção de identidade — autenticação multifator e acesso de confiança zero para reduzir o impacto de credenciais roubadas, com soluções como FortiToken e FortiZTNA.
  3. Proteção de perímetro e segmentação — firewalls de nova geração com inteligência de ameaças atualizada, como o FortiGate.
  4. Detecção e resposta 24x7 — monitoramento contínuo por analistas e automação para responder na mesma velocidade do ataque, com o SOC e os Serviços Gerenciados de Segurança (MSS).
  5. Validação ofensiva — testar defesas como um atacante faria, com Pentest, para corrigir falhas antes que sejam exploradas.

Como a INFOPROTECT apoia sua operação

A INFOPROTECT conecta tecnologia, atendimento e operação para que a sua empresa responda no ritmo das ameaças atuais:

  • Mais de 20 anos de atuação em cibersegurança;
  • Rede de atendimento em São Paulo e Rio de Janeiro, com operação no Brasil e na América Latina, incluindo clientes no Paraguai e no Uruguai;
  • Mais de 1000 projetos entregues e 200 clientes ativos;
  • Parceria com a FORTINET para licenciamento, implantação, suporte técnico e serviços gerenciados.

Quer avaliar a exposição do seu ambiente e priorizar ações antes da próxima exploração? Fale com um especialista da INFOPROTECT.

Créditos e fontes

Este artigo é uma análise institucional da INFOPROTECT baseada no Relatório Global da FORTINET sobre o Cenário de Ameaças de 2026, publicado pelo FortiGuard Labs. Os achados, desafios e indicadores citados são de autoria da FORTINET; as recomendações são da INFOPROTECT. FORTINET, FortiGate, FortiToken, FortiZTNA e FortiGuard são marcas da Fortinet, Inc.

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