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Ameaças cibernéticas no serviço de cloud: Como se prevenir?

Os serviços digitais de armazenamento em nuvem ou, ainda chamados de cloud computing já não são mais uma novidade no mercado de tecnologia. Contudo, não são todos os profissionais que possuem este conhecimento de saber como lidar e prevenir as ameaças cibernéticas no serviço de cloud.
Hoje, o acesso aos servidores na nuvem está bem menos restrito e qualquer pessoa com um e-mail, consegue fazer uma conta para ter este tipo de serviço acessível, seja um computador ou até mesmo de um dispositivo móvel.
Então, é fácil perceber que a nuvem já faz parte do nosso dia a dia. Portanto, no meio empresarial é comum que este assunto se trate de vários motivos de questionamentos por conta da elevada taxa de ameaças cibernéticas.

Como prevenir as ameaças cibernéticas? Veja formas

Devido aos problemas atuais e alta taxa de ameaças digitais, é comum que empreendedores fiquem com receio de realizar o armazenamento de seus dados de servidores na nuvem. Contudo, hoje trouxemos dicas para que você saiba como evitar e minimizar estes tipos de problemas.

Então veja a seguir quais são elas.

1 – Faça a criptografia de seus dados

Uma tecnologia não muito nova, mas que está cada vez mais em uso por conta de seus benefícios e resultados bem eficientes. A criptologia de dados é uma técnica de conversão dentro do mundo da tecnologia de informação que transforma uma informação convencional em uma espécie de arquivo secreto e com todas as proteções necessárias.
Um dos exemplos mais próximos de qualquer usuário digital, são as senhas criptografadas que você insere em sites para login de acesso. Nestes sistemas, a senha digitada recebe um embaralhamento tão complexo, que somente o sistema que possui a sua chave criptografada pode ser capaz de decifrar.
Assim, percebe-se que a criptografia é uma tecnologia utilizada para que a segurança dos dados armazenados nas nuvens possam evitar e minimizar as ameaças cibernéticas, principalmente com transação que contam com dados pessoais como senhas (de login e de cartão de crédito), CPF, RG, data de nascimento e outros dados.

2 – Otimize a segurança como o uso de Firewalls para minimizar as ameaças cibernéticas

Para quem não conhece, um Firewall é mais um dispositivo de segurança utilizado para ameaças cibernéticas no serviço de cloud e servidores locais. Ele é responsável por monitorar todo o tráfego da rede, desde os dados que entram, até os que saem. Dessa forma, ele pode autorizar ou não este tráfego de acordo com as configurações de liberação.
Assim, fica fácil melhorar a segurança lógica referentes aos dados da empresa que estão alocados no serviço de cloud através de um Firewall. Contudo, este tipo de serviço costuma-se ser comercializado de acordo com o seu tempo de uso, ou seja, por hora. Além disso, os recursos utilizados no serviço de cloud também variam de acordo com a sua disponibilidade.

3 – Faça um plano de contingência e de recuperação de desastres

É comum que empresas de médio e grande porte possuam ao menos um plano de contingência e de recuperação de desastres. Algumas empresas possuem até mais de um plano. Assim, com este planejamento, é possível que a produção desta empresa fique intacta e protegida caso ocorra algum ataque de hacker, queda de energia ou até mesmo algum problema técnico em equipamentos locais. Além disso, este planejamento também auxilia em casos de incidentes e acidentes que comprometem a atividade operacional do local.
Então, podemos dizer que este planejamento contém desde informações sobre como recuperar os dados, as informações importantes da empresa e também os seus softwares através de backups que são feitos de forma periódica.
Inclusive os registros de problemas e ameaças cibernéticas podem ser minimizados através desta ação. Dessa forma, é possível aumentar de forma exponencial a segurança do seu serviço de cloud.

4 – Realize o nivelamento de privacidades de seus dados para prevenir as ameaças cibernéticas

A configuração em nuvem é uma forma bem eficaz para se realizar o nivelamento de privacidade dos seus dados perante os serviços de cloud. Contudo, é preciso definir quais são os usuários que poderão ter acesso a alguns tipos de dados e aplicações que estão neste servidor.

Com esta configuração, é possível minimizar também o controle de informações e, assim, impedir o seu roubo e vazamento.

Em suma, dizemos que este nivelamento serve para definir uma hierarquia de acesso e responsabilidade sobre as informações contidas no serviço de cloud.

5 – Escolha um fornecedor de sua extrema confiança

Para que você possa ter toda prevenção necessária de ameaças cibernéticas no serviço de cloud, é preciso contar com uma empresa de confiança. Afinal, os dados confidenciais de seu negócio estarão nas mãos desse fornecedor.
Então, além de oferecer a segurança que o seu negócio precisa, independente do seu tamanho ou do tipo de informação que você necessita armazenar na nuvem, é preciso encontrar um fornecedor de qualidade, que saiba aplicar todas as prevenções necessárias para este serviço.
Esta escolha também precisará avaliar sobre as técnicas, serviços e mecanismos avançados de segurança e de criptografia que são utilizados para manter as suas informações completamente protegidas referente a qualquer ameaça cibernética.
Então, opte por empresas que possuam serviços de armazenamento de banco de dados, poder computacional e que também saiba realizar a distribuição de conteúdo. Dessa forma, é possível expandir o seu poder competitivo cada vez mais, sem medo de otimizar os seus servidores virtuais.

Tudo isso é feito com muita segurança e com a proteção que você e o seu negócio precisa. Além disso, você também conta a aplicação de medidas cada vez mais automatizadas, modernas e eficientes.
Por fim, podemos ressaltar que o gestor de qualquer empresa pode fazer a contratação de uma equipe técnica especializada em soluções de ameaças cibernéticas para minimizar ainda mais este problema. Além disso, este técnico também saberá orientar toda a equipe sobre o processo de migração dos dados locais para o serviço de cloud.

Então, agora que você já sabe como funciona e sabe que há várias formas de se prevenir, não tenha mais medo de fazer o armazenamento de seus dados no serviço de cloud e contrate uma empresa especialista em ameaças cibernéticas agora mesmo.

Lições aprendidas de 2021! Quais erros não cometer em 2022?

Durante 2021 tivemos vários casos de rompimento da segurança da informação, um fator importante nessa conta é a pandemia, com ela os trabalhos de home office aumentaram, aumentando também os casos de vazamentos, vírus e entre outros. Por isso, listamos aprendizados de cibersegurança que 2021 nos apresentou. E quais erros não devemos mais cometer

1. Não investir na mensuração do impacto de cibersegurança na sua empresa

Grande parte dos diretores empresariais não estão acostumados ou cientes dos riscos cibernéticos associados ao seu negócio, enquanto outros já adotaram diversos tipos de ferramentas para fazer um mapeamento que sane futuras falhas. Realizar um assessment realístico do nível de maturidade da empresa frente a um dos grandes standarts de segurança do mundo, é essencial para definir o tamanho aceitável do risco que a empresa quer correr. De modo consciente.
Criar, gerir e conscientizar sobre um plano de segurança da informação de modo bastante métrico, hoje, é peça fundamental para o sucesso de qualquer organização.

2. Não controlar e aperfeiçoar mecanismos de segurança de aplicações na Web

Como o aumento das transações digitais, todas as empresas estão com um ampliamento suscetível a ataques através de seus websites corporativos, sistemas acessíveis pela internet. A verdade é que grande parte destes sistemas foi desenvolvido sem uma grande preocupação com a segurança da informação. Evidência facilmente comprovável quando vemos que grande parte dos ataques se realizam por esta “porta de entrada”. Neste momento em que todas as transações das empresas passam a ser digitais é de fundamental importância priorizar a linha de defesa desta área em três frentes.
A primeira é proteger os sistemas que já estão publicados com o uso de um Firewall de Aplicações, a segunda é cuidar para que sua esteira de desenvolvimento use práticas de desenvolvimento seguro com metodologias, treinamento e ferramentas próprias para isso. Finalmente, uma terceira preocupação reside na troca de informações entre sistemas através das famosas APIs. Aqui há que se ter uma preocupação em quem acessa o que, de que forma e se existem abusos e comportamento maliciosos.

3. Não monitorar a proteção ao trabalho remoto

Provavelmente, você está acostumado com equipes de linhas de frente atuando em escritórios presenciais. Ocorre que na mudança para o home office estas linhas de defesa ficaram pouco eficazes, pois todos os trabalhadores estão trabalhando de casa, com conexões domésticas não monitoradas.
Nessa situação é necessário, restabelecer sua linha de defesa e monitoração usando das mais diversas tecnologias de proteção disponíveis no mercado. Aqui, a atenção especial é para a criptografia das informações, antivírus modernos e atualizados usados em conjunto com sistemas de detecção de futuras ameaças instaladas em cada notebook (chamados de EDRs), criação de um túnel de acesso a empresa e seus sistemas que seja criptografado (chamamos de VPNs) e a adoção de dois fatores de autenticação para todos os usuários de TI da empresa (os famosos tokens). Estas são medidas mínimas para o enfrentamento dos riscos relacionados ao trabalho distribuído.

4. Não gerir os acessos e as permissões de usuários

Muitas empresas cresceram ao longo dos anos, contrataram novos colaboradores, mudaram profissionais de função e, inclusive, desligaram outros em seu ciclo natural da vida profissional. Ocorre que muitos dos acessos a sistemas, diretórios e ambientes devem estar desatualizados. Colaboradores que já foram Marketing e agora estão em outra área podem ainda ter acesso às informações de marketing, profissionais de uma área do financeiro ainda podem ter privilégios de outra área que faziam parte e por aí vai. Estes controles são super difíceis de se manter de modo manual. Se considerarmos que todos estavam dentro do perímetro este risco estava mais controlado, na situação atual ele se eleva.
Faz-se necessário acelerar um projeto de automatização neste campo. Começando por um diagnóstico automático de quem tem qual privilégio de acesso em cada parte da organização. Na sequência, realiza-se o agrupamento e a revisão destes permissionamentos em núcleos de trabalho e automação da criação e alteração de acessos decorrentes de movimentos de movimentação de pessoal na organização.

5. Não se preparar para vazamento de dados em ambientes de nuvem

Se computação em nuvem já era um desejo de muitos, agora é o novo normal. As empresas que não possuíam projetos de computação em nuvem, já adotam uma postura de cloud first neste momento. Ocorre que a migração para ambientes em nuvem sem a devida preocupação com cibersegurança já vinha acarretando problemas significativos. Frequentemente vemos notícias de um banco de dados exposto na nuvem. Como casos dos ataques hackers ao ministério da saúde.
Hoje existem tecnologias que conseguem não apenas prover a visibilidade necessária para a segurança destes ambientes, mas também forçar um compliance ativo com a política de segurança. Em resumo, quer dizer que qualquer atividade feita no ambiente de nuvem será monitorada sob a ótica de segurança da informação e se executada de forma descuidada, automaticamente alterada para refletir a política de segurança da empresa.

6. Não garantir que os riscos associados a terceiros estejam sob controle

Todas as empresas têm fornecedores, alianças estratégicas, parceiros de negócios ou outros agentes do ecossistema que acessam ou consomem informações e sistemas da empresa. Em segurança da informação dizemos que a sua segurança é tão boa quanto a segurança do seu elo mais frágil. Um atacante pode se valer do acesso de um fornecedor para conseguir sequestrar seus dados ou mesmo roubar seus segredos industriais.
O antigo processo de avaliação de risco de terceiros baseados em auditorias presenciais ou por troca de documentos, já está sendo substituído por avaliações baseadas em Score de risco cibernético. Existem bureaux mundiais especializados neste tipo de avaliação e grande parte das empresas já estão catalogadas para este fim. Cabendo então mediante o conhecimento do score do risco, compartilhar boas práticas de segurança para elevar o nível de segurança do ecossistema inteiro.
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