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Proposta da UE exige transparência em relação a direitos autorais para ferramentas de inteligência artificial generativa.

A União Europeia está trabalhando na Lei da IA há quase dois anos para regular a tecnologia emergente de inteligência artificial. As empresas que implantam ferramentas de inteligência artificial generativas, como o ChatGPT, terão que divulgar qualquer material protegido por direitos autorais usado para desenvolver seus sistemas, de acordo com um acordo inicial da União Europeia que pode abrir caminho para as primeiras leis abrangentes do mundo que regulam a tecnologia.

Classificação de IAs

A Lei da IA da União Europeia classificará as ferramentas de inteligência artificial de acordo com seu nível de risco percebido: de mínimo a limitado, alto e inaceitável. As empresas que implantam a tecnologia também terão que divulgar qualquer material protegido por direitos autorais usado para desenvolver seus sistemas. Áreas de preocupação incluem vigilância biométrica, disseminação de desinformação ou linguagem discriminatória.

Esta disposição foi uma adição tardia elaborada nas últimas duas semanas, de acordo com uma fonte familiarizada com as discussões. Alguns membros do comitê inicialmente propuseram proibir o uso de material protegido por direitos autorais para treinar modelos generativos, disse a fonte, mas a ideia foi abandonada em favor de um requisito de transparência.

A proposta da União Europeia foi descrita como “diplomática” em vez de uma abordagem de “banir primeiro e perguntar depois” proposta por alguns analistas. A Lei da IA da União Europeia é projetada para proteger os direitos dos cidadãos, promover a inovação e impulsionar a economia, enquanto regulamenta a IA proporcionalmente.

Reino Unido decide investir 100$ milhões em desenvolvimento de IA

A inteligência artificial (IA) é uma das tecnologias que mais crescem no mundo e tem o potencial de transformar completamente a maneira como vivemos e trabalhamos. A IA já está sendo usada em diversas áreas, como saúde, educação, finanças e segurança. É por isso que muitos países, incluindo o Reino Unido, estão investindo em pesquisas e desenvolvimento de tecnologias relacionadas à IA. 

Entenda o investimento Milionário que está sendo feito pelo Reino Unido

Nessa segunda-feira (24), o Reino Unido anunciou um investimento inicial de 100 milhões de libras (US$ 124,5 milhões) para uma força-tarefa que ajudará a desenvolver modelos de fundação para inteligência artificial. Esses modelos são a base de sistemas de IA e são usados por chatbots como o ChatGPT. O objetivo é criar modelos de IA que possam ser utilizados em áreas como saúde e educação. 

A força-tarefa terá como foco o desenvolvimento de modelos de IA seguros e confiáveis que possam ser utilizados em diferentes setores da economia. Isso inclui o desenvolvimento de chatbots para a área da saúde, que podem ajudar pacientes a tirar dúvidas e monitorar seus sintomas. Também será possível desenvolver chatbots para a área da educação, que podem ajudar estudantes a tirar dúvidas e fornecer informações sobre aulas e provas. 

O primeiro-ministro britânico, Rishi Sunak, afirmou que investir em tecnologias emergentes é fundamental para impulsionar a economia do país, gerar empregos de melhor qualidade e avançar em questões de saúde e segurança. Ele também destacou a importância de desenvolver tecnologias de IA seguras e confiáveis, para garantir que os sistemas de IA não prejudiquem as pessoas. 

O Reino Unido já é um dos principais centros de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias relacionadas à IA. O país tem uma das maiores concentrações de empresas de tecnologia do mundo, incluindo empresas que desenvolvem sistemas de IA para diferentes setores. Com o investimento na força-tarefa de IA, o Reino Unido espera continuar liderando o desenvolvimento de tecnologias de IA seguras e confiáveis, contribuindo para a formação de uma economia mais inovadora e competitiva. 

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